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Minha Calopsita Até Parece Ser Gente. Por Que?

Minha Calopsita Até Parece Ser Gente. Por Que?

Por Pablo César Pezoa Poblete, Médico Veterinário da ZOOVET CONSULTORIA. Matéria publicada pela Revista Cães & Cia, edição 437/2015 A presença da Calopsita (Nymphicus hollandicus) nos lares brasileiros é cada vez mais comum. Pode-se dizer que é a ave mais popular por aqui Motivos para tanto sucesso não faltam. Com a vida agitada e as moradias cada vez menores, ganham importância os animais de estimação dóceis, interativos e amorosos, características das Calopsitas vendidas mansas. De pequeno porte, elas se dão bem em pouco espaço e são fáceis de cuidar. Além disso, podem ficar soltas e aprender grande variedade de assobios, algumas palavras e truques diversos. Mas, de onde vêm esses animais? E por que agem como se fossem membros da nossa família?   “Você é Calopsita” Pertencente à ordem dos Psitaciformes e à família Cacatuidae, a Calopsita vem de uma região árida da Austrália. De hábitos nômades, dezenas a centenas de Calopsitas se deslocam

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CRIAÇÃO MANTENEDORA DE ANTAS

por Rayane Medeiros Vilaça, Bióloga da ZOOVET CONSULTORIA Matéria publicada pela revista Mercado Rural – Junho de 2015. A anta brasileira, de nome científico Tapirus terrestres é o maior mamífero terrestre neo-tropical, com ampla distribuição pelo país, presente também na Venezuela, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Guiana Francesa, Suriname, Paraguai e Norte da Argentina. O animal pode ser encontrado em ambientes abertos e florestais, como no Pantanal, na Amazônia e no cerrado. De hábito solitário, pode ser visto à noite ou ao entardecer, normalmente perto de cursos d’água. Uma curiosidade sobre esta espécie de anta é que ela defeca habitualmente em um mesmo local, chamado de latrina, ou em lugares próximos à água, onde também toma banhos de lama para se refrescar e proteger sua pele contra ectoparasitas, como moscas e mosquitos. O animal adulto pode chegar de 77 a 108 cm de altura, pesando entre 150 a 300 Kg. É

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DENTUCINHOS

BÁRBARA FRANÇA Matéria publicada pelo Jornal Pampulha, em 22/08/2015 Sitio original: http://www.otempo.com.br/pampulha/dentucinhos-1.1092097 Ele tentava de tudo, nada adiantava, o porquinho da índia só queria ficar debaixo do fogão. O convívio frustrado com o animal de estimação, que não respondia às suas “ternurinhas”, foi imortalizado por Manuel Bandeira (1886-1968) no poema “Porquinho-da-Índia”, lançado em 1930. No entanto, se estivesse sendo escrito hoje, talvez muita gente o contestasse. “Esse e outros roedores são animais que interagem sim, que se apegam muito ao dono”, comenta Rita Vidigal, 37. A vendedora, que atualmente cria em seu apartamento cinco ratos twister, nove hamsters e oito porquinhos da índia, tomou gosto pelos dentuços ainda criança, mas só há três anos resolveu tê-los como companhia permanente. “É uma paixão. Como fico em casa o dia inteiro, eles são os meus companheiros. Eles retribuem o carinho que damos, reconhecem nossa”. Na casa de Isabel Gonzaga é a mesma coisa.

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